terça-feira

TRILOGIA


Paul Klee. Abraço, 1939
Não quero mais ler livros tristes.
Os três últimos foram tristes e eu me senti triste porque consegui relacionar diversos acontecimentos do livro com o que está acontecendo comigo.

Mas ler livros alegres pode ser pior. Pode ser pior ainda. Pode ser muito mais pior e nocivo.

Daí eu não vou conseguir sentir nada do livro com o que está acontecendo na minha vida.

Vou entrar em depressão profunda.

Vou me isolar e nunca mais às festas de aniversário.
Mas isso também pode ser bom.

Conclusão. Alegria e tristeza não existem.
A incômoda realidade e a primeira reação.