quinta-feira

dix again.


Otto Dix. Skull, 1924.



DE DESEJO
O bom filho à casa torna. Eu não tranquei a faculdade e arrisco até dizer: eu lhe amo, FFLCH. Porque só lá se pode tomar uma cerveja no intervalo de aulas com o Gu. A crise-existencio-profissional passou. E eu numas de Sherlock nas aulas de Filologia pra descobrir quem foi que escreveu aquela carta de alforria. O que importa? Importa? Sim. Ou não?

Bueno, juntando referências. Cartas do Caio Fernando. É simplesmente impossível parar de ler. E, no mais, deixo alguns pedidos para papai noel, ou a fadinha do dente, ou o gnomo mágico, ou qualquer coisa que realiza desejos. Ah, tem aquele Buda gordinho que a gente passa a mão na barriga também.

Livros. Meu vício. Quero sempre poder ter dinheiro para comprar e ler livros. Livros. Muitos livros. Depois eu passo pra frente. Terminando o Caio, o próximo me aguarda já escolhido. Pergunte ao Pó. John Fante. Ele já passou por mim como referência de muitas coisas, muitas e muitas vezes. Agora Caio fala bastante nele. E eu quero conhecer. Se alguém quiser me dar de presente, aceito (viu, Vinegar?).

Também tem um do Francisco Alvim. Uma edição lindíssima da Cosac. Capadura. Careeeeenha. Só mês que vem.

E, ai ai ai, uma hysteria (rs), uma vontade enorme de fazer coisas. Alguém me segura.

Não, segura não.

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