segunda-feira

eu que ganhei viu




*

Calada pensou que valeria, valia.
Retirava-se daquela bagunça toda
-coisas dela- sobre o que decidira (e sem mais).
Diversidade de pessoas, de berros, pareciam animais.
No retorno
naquele dia roxo
nos milhares de nós que obrigada a desatar
desatou.
Vitupérios: vituperava, vituperava.
Todos os anos lhe valeram uma única porrada,
porradíssima na boca do estômago bastaria.

O amor não vale nada
O amor não presta e fede
O amor é ordinário, vagabundo
O amor é uma coisa barata e nada a ver
.

*

Ganhei da Ana, minha amiga Ana C.

Um comentário:

Ana Cristina Joaquim disse...

É nóis. Tou aqui sim, quero te ver!