terça-feira

a canoa


não costumo dedicar poemas
a ninguém não costumo desejar
o tempo adiante da janela

ali não há rios mas ruas


e ali não é para nós
aqui se mexem coisas
delicadas demais
como a passagem
das horas, seus inter
íns, valos, lúdios
imagens e seus similares
- o limite da passagem

aqui não há ruas mas rios

um apego ingênuo aos
personagens, aqui é acerto
de superoito, é erro
treme

tememos, pois, mas
você segura minha cintura
e

7 comentários:

Ana Cristina Joaquim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Cristina Joaquim disse...

Ju, bi. Gosto muito de te visitar por aqui, gosto sempre do que encontro, do que desencontro. Beijos enormes.

Zeh disse...

és phoda!
assim, com pê-agá mesmo,
porque a poesia acontece
e a gente fica assim, sem
palavras pra dar conta do
que nos toca e nos impede
de dizer simplesmente que
gostou muito.
saludos!

Marília Lourenço disse...

preciso de vc, num projeto.
e tenho dito

char disse...

ah, derdica um poem pra mim, vai.

vai, vai, vai.


oi?!?!?! rs.

Juliana Amato disse...

Ah, Mah! 2 coelhos numa só: EU PRECISO DE UM PROJETO, rs.
Zé, vamos tomar um café depois da aula do véio lelé.
Char, te dedico (risos).
Ana. Anaaaaa. Annnnnaaaaaaaaaaaaaaaa.

bjs galera.

Ellen Maria disse...

junto todos os comentarios acima, pode ser?

ju., voce é phoda, adoro passar por aqui, tambem preciso de um projeto e quero um poema dedicado.
hahahah

casei (quer dizer, juntamos as escovas de dente... casar mesmo só depois da copa de 2014. Sabe como é... ele é argentino... rs.)