Queria acordar em outro corpo enquanto você faz café. Mas mesmo assim do lado do seu. Do seu outro corpo. Essa coisa de corpo, rimos da própria voz. Outros e a arte de perder não tarda, disse Marianne e era Elizabeth, não te disse que estava esquecendo os nomes.
Dizer la poésie comme l’amour risque tout sur des signes é como abrir um dos olhos, e o outro fica mesmo por conta do tcheco comestível, Kundera, rimos outra vez dessa vez com inocência, ela existindo. E então eu levanto e agarro meu exemplar do diário, e então Alejandra pula ameaçando, a faca no pescoço, no meu, mas era só mais um: sueño/pesadilla.
is the
unmea
ning
of(sil
ently)fal
Nessa hora acordo mesmo, e você está, e não está.

5 comentários:
Curti, sou teu fã
deu vontade de responder.
me manda uma carta!
Lindo .. .obrigado
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