quinta-feira

por marcelino freire, o brevida
agradecida.



"Não fiz parte do júri.
Eu não li o Brevida, novelita de Juliana Amato.
Explico: ele foi um dos mais de 70 originais que a Edith recebeu de todo o Brasil para participar do primeiro concurso Só Escritoras.
Eu faço parte da Edith e não queria me meter. Que os outros amigos fizessem a seleção, votação e mandassem as finalistas para o júri final.
Já neste primeiro júri, o livro de Juliana foi unanimidade.
Ao chegar às mãos das juradas que escolheriam a vencedora, outra vez unanimidade.
Viva e ave!
Aí fui ler, finalmente, este instigante e hipnotizante Brevida.
Escrita vupt, vapt. Coisa breve, de fato. Curta e desconcertante.
Porque Juliana vai além – do gênero. Vê-se que se diverte feito um Crianço – este, um dos personagens mais cômicos – se não fosse trágico – que li, assim, por esses tempos sombrios.
A história? Ora, vai te catar. Não há como resumir o Brevida (ou seria a vida?) tão facilmente.
Por isso que esse livrinho é grande.
Inscreve o nome da jovem autora paulistana como uma das boas novidades deste ano.
Fique ligado, amigo leitor, em Juliana Amato.
Vida longa para ela.
E vamos que vamos.
Fui."

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